segunda-feira, 6 de agosto de 2018

SEM HORA*

Quando nos encontramos
é pau, pedra,
ainda o meio do caminho.
São as águas de Novembro
mostrando que as promessas
de fim de ano
são uma doce ilusão.

Ela está na mesma sala
que eu e não sabe
o que sinto.
Somos máquinas de problemas
com soluções ainda não
descobertas pela ciência.

Hoje quero fazer um
poema de amor,
pegar o ônibus,
passar do ponto
e entregá-lo na sua casa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

  TEMPO Cheguei ao fundo do poço. E daqui posso ver seus olhos. Eles são tomados por uma extrema alegria. Cada degrau até aqui foi construíd...