Acendo o baseado,
tenho uma ideia.
Tem um gato em
cima do telhado.
O muro descascado e
e sua imagens subliminares.
A cigarra canta um lovesong
com um coral semitonado.
O grave do caminhão te
coloca na viagem.
Algo diz:
-Põe 'Nó Cego"!
Essa história de existir
me faz querer escrever
muita poesia.
Reacendo o baseado
puxando várias vezes
para que a brasa
acenda aquilo que fará
minha cabeça.
É como Rheuter diz:
"Vai ver o nó foi eu quem deu".
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