quarta-feira, 8 de abril de 2026

 Acendo o baseado,
tenho uma ideia.
Tem um gato em 
cima do telhado.

O muro descascado e
e sua imagens subliminares.
A cigarra canta um lovesong
com um coral semitonado.
O grave do caminhão te 
coloca na viagem.
Algo diz:
-Põe 'Nó Cego"!

Essa história de existir 
me faz querer escrever
muita poesia.
Reacendo o baseado 
puxando várias vezes
para que a brasa 
acenda aquilo que fará 
minha cabeça.

É como Rheuter diz:
"Vai ver o nó foi eu quem deu".

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