ela tinha essa constume
quando recostave-me
se aproximava de costas
e encaixava sua bunda
na altura certa do meu pau
então encaixava-a
com os meus braços.
um dia, foi na porta
da igreja.
as velhinhas passavam
fingindo não ver.
não contente,
virou-se de frente e
começou a beijar-me o pescoço,
e passar as mãos no meu
pau já armado.
sinto a voz da santa
dizendo:
- vão para trás do Cruzeiro!
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